Quando perguntarem “prove que esse visitante aceitou”, você emite a certidão.
Um PDF com data, hora e a escolha da pessoa, que qualquer advogado lê — e que a outra parte consegue conferir sozinha.
O que a certidão mostra.
Tudo o que um auditor perguntaria, na mesma folha.
- Data e hora — o momento exato da decisão
- O que foi aceito — categoria por categoria
- O que foi recusado — com a mesma clareza
- A base legal — a que foi declarada para cada categoria
- A versão da política — a que estava no ar naquele momento
- Onde aconteceu — o site e a página
- Como foi decidido — aceitar tudo, recusar tudo ou escolher
- A revogação posterior — quando houve — documento que esconde metade não vale
Um “sim” num banco de dados não prova nada. Isto prova.
Nem nós conseguimos mudar o que já foi gravado
Não é uma promessa de conduta: é uma trava. O sistema recusa qualquer alteração ou exclusão de um consentimento já registrado, em duas camadas independentes. Se aceitasse, o registro não valeria como prova.
Por que ninguém consegue alterar um registro
O registro é assinado no instante em que é criado e guardado de um jeito que não aceita edição nem exclusão. Se alguém tentasse mudar uma vírgula, a assinatura deixaria de bater — e é isso que dá valor ao documento numa contestação.
A data do consentimento não é a nossa palavra.
Todo dia uma autoridade independente de registro de tempo atesta que os consentimentos já existiam. É o mesmo tipo de comprovação usada em assinatura digital com valor jurídico no Brasil.
Como um consentimento vira prova.
O visitante decide
Ele aceita ou recusa no banner do seu site.
O registro é fechado
A decisão é guardada com a data, a hora e o texto que estava na tela.
Um terceiro confirma a data
Todo dia, uma autoridade independente de registro de tempo atesta que aqueles consentimentos já existiam naquele momento.
Você emite quando precisar
A certidão sai em PDF, e ela se confere sem depender de nós.
A outra parte confere sozinha.
Sem conta, sem falar com a gente e sem expor o conteúdo: só o veredito.
Conferência de autenticidade
A outra parte envia o arquivo e recebe a resposta: "documento autêntico, emitido em tal data" — ou o que houve de errado. Não precisa ter conta, não precisa falar com a gente, e o conteúdo do documento não é exposto: só o veredito.
O selo do banner
Leva a uma página pública que confirma que o domínio é do seu cliente, qual política está publicada e que os consentimentos estão sendo guardados.
O que essa prova mostra, e o que ela não mostra
Ela mostra que aquele consentimento já existia naquela data, e que ninguém o alterou depois. Ela não identifica civilmente a pessoa que clicou — nenhuma ferramenta de consentimento no mundo faz isso, e desconfie de quem disser que faz.
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O próximo cliente que você fechar já sai com o banner funcionando.
Fale com a gente pelo WhatsApp e coloque a sua carteira no WiseData Consent.