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Quando perguntarem “prove que esse visitante aceitou”, você emite a certidão.

Um PDF com data, hora e a escolha da pessoa, que qualquer advogado lê — e que a outra parte consegue conferir sozinha.

O que a certidão mostra.

Tudo o que um auditor perguntaria, na mesma folha.

  • Data e hora — o momento exato da decisão
  • O que foi aceito — categoria por categoria
  • O que foi recusado — com a mesma clareza
  • A base legal — a que foi declarada para cada categoria
  • A versão da política — a que estava no ar naquele momento
  • Onde aconteceu — o site e a página
  • Como foi decidido — aceitar tudo, recusar tudo ou escolher
  • A revogação posterior — quando houve — documento que esconde metade não vale

Um “sim” num banco de dados não prova nada. Isto prova.

  • Nem nós conseguimos mudar o que já foi gravado

    Não é uma promessa de conduta: é uma trava. O sistema recusa qualquer alteração ou exclusão de um consentimento já registrado, em duas camadas independentes. Se aceitasse, o registro não valeria como prova.

  • Por que ninguém consegue alterar um registro

    O registro é assinado no instante em que é criado e guardado de um jeito que não aceita edição nem exclusão. Se alguém tentasse mudar uma vírgula, a assinatura deixaria de bater — e é isso que dá valor ao documento numa contestação.

  • A data do consentimento não é a nossa palavra.

    Todo dia uma autoridade independente de registro de tempo atesta que os consentimentos já existiam. É o mesmo tipo de comprovação usada em assinatura digital com valor jurídico no Brasil.

Como um consentimento vira prova.

  1. O visitante decide

    Ele aceita ou recusa no banner do seu site.

  2. O registro é fechado

    A decisão é guardada com a data, a hora e o texto que estava na tela.

  3. Um terceiro confirma a data

    Todo dia, uma autoridade independente de registro de tempo atesta que aqueles consentimentos já existiam naquele momento.

  4. Você emite quando precisar

    A certidão sai em PDF, e ela se confere sem depender de nós.

A outra parte confere sozinha.

Sem conta, sem falar com a gente e sem expor o conteúdo: só o veredito.

  • Conferência de autenticidade

    A outra parte envia o arquivo e recebe a resposta: "documento autêntico, emitido em tal data" — ou o que houve de errado. Não precisa ter conta, não precisa falar com a gente, e o conteúdo do documento não é exposto: só o veredito.

  • O selo do banner

    Leva a uma página pública que confirma que o domínio é do seu cliente, qual política está publicada e que os consentimentos estão sendo guardados.

O que essa prova mostra, e o que ela não mostra

Ela mostra que aquele consentimento já existia naquela data, e que ninguém o alterou depois. Ela não identifica civilmente a pessoa que clicou — nenhuma ferramenta de consentimento no mundo faz isso, e desconfie de quem disser que faz.

O próximo cliente que você fechar já sai com o banner funcionando.

Fale com a gente pelo WhatsApp e coloque a sua carteira no WiseData Consent.

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